Estágio Direito Aracaju/Se

Área: Cursando Direito.
Período:a partir do 7°.
Sexo: Ambos.
Valor da bolsa: R$ 600,00 a 800,00.
Auxilio-transporte: a combinar
Horário: 8:00 às 14:00
Requisito:Cursado a matéria Direito Trabalhista, ter amplo conhecimento na área trabalhista.

Os interessados em participar desta seleção deverão enviar currículo para estagio@fapese.org.br.
Para maiores informações, ligar para 2106-8922/8912.

Coordenadoria de estágios-FAPESE
A FAPESE preza por sua privacidade. Se desejar não mais receber esse informativo envie e-mail para estagio@fapese.org.br

Tutela e Privacidade na Internet

Tutela e Privacidade na Internet

Marcel Leonardi – Tutela e Privacidade na Internet
Segundo livro de autoria de Marcel Leonardi, originalmente publicado pela editora Saraiva em 2012.
Escrita ao longo de 2008 e revisada ao longo de 2011, a obra é fruto de tese de Doutorado apresentada por Marcel Leonardi à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, defendida em sessão pública realizada em 22 de maio de 2009, que recebeu a nota máxima da banca examinadora e aprovação “com louvor”.
A versão impressa de “Tutela e Privacidade na Internet” encontra-se disponível e pode ser adquirida diretamente da Editora Saraiva.
Sinopse
Esta obra de Marcel Leonardi propõe uma nova maneira de interpretar o direito à privacidade na era digital. Analisa, à luz da regra da proporcionalidade, diversos mecanismos de tutela de direitos no âmbito da Internet, alertando para a necessidade de ponderação na utilização de medidas de apoio e oferecendo propostas concretas para tentar solucionar alguns dos desafios jurídicos decorrentes da Rede.
O livro apresenta um panorama do direito à privacidade no Brasil, com as noções tradicionais da doutrina e da jurisprudência, suas virtudes e seus defeitos, propondo um conceito plural de privacidade, de modo a tutelar um amplo conjunto de situações. Oferece elementos para a valoração da privacidade, destacando que seu peso decorre principalmente de sua dimensão social.
Com relação à tutela de direitos no âmbito da Internet, o autor aborda formas de regulação, arquitetura da Rede e limitações dos mecanismos tradicionais de tutela, analisando as principais medidas de apoio que podem ser impostas a intermediários online para a obtenção de resultados práticos, além da adequação, da necessidade e a dproporcionalidade em sentido estrito dessas medidas.
A obra aborda também as dificuldades de tutela específica, a pressão econômica e os intermediários online, e o “efeito Streisand” na Internet, sugerindo, entre outras propostas, a regulamentação dos usos da informação e da retenção de dados e a necessidade de uma interpretação gradual do direito à privacidade.

Internet segura – novas reflexões sobre a privacidade. OAB/SP

Vou palestrar no último evento do ano na OAB São Paulo, o evento vai tratar da privacidade, vou falar sobre a “neutralidade da rede e a privacidade”.

Último evento do ano da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP.

http://www.almeidacamargo.com.br/almeidacamargo/oabsp/20111216_InternetSegura3/20111216_InternetSegura301.html

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I Seminário de Direito Eletrônico na Tríplice Fronteira – Foz do Iguaçu – 29 e 30 setembro 2011

O I SEMINÁRIO DE DIREITO ELETRÔNICO NA TRÍCIPLE FRONTEIRA: Sociedade, Tecnologia e Educação é um evento sem fins lucrativos, com objetivos sociais de alertar, informar acadêmicos e operadores do Direito, educadores, bem como quaisquer cidadãos que possam se interessar por este importante tema, cada vez mais presente na vida de todos nós.

INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES DIRETO NO SITE: http://www.direitoeletronico-conesul.org/

Programação:

PALESTRANTES E COMISSÃO ORGANIZADORA

  • Acir Bueno de Camargo

    Acir Bueno de CamargoAcir Bueno de Camargo – Diretor de Patrimônio do TJ/PR. Graduação no curso de Formação de Oficiais da Academia Policial Militar do Guatupê (1974), graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1983), especialização em educação pela Universidade de Brasília e mestrado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (2002). Ex-diretor geral das Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu – UNIFOZ; ex-coordenador do curso de direito da União Dinâmica de Faculdades Cataratas – UDC; ex-professor na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Paraná, ex-professor na Escola da Magistratura do Estado do Paraná e ex-professor na UDC todas na disciplina de direito processual penal. Professor licenciado das Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu – UNIFOZ. Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público do Paraná. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Processual Penal, atuando principalmente nos seguintes temas: administração, direito processual penal, direito, comércio exterior e direito constitucional.

  • Afonso Carvalho de Oliva

    afonso carvalho_de__olivaAfonso Carvalho de Oliva – Graduado em Direito pela Universidade Tiradentes (2008), especialista em Direito da Tecnologia da Informação pela FGV (2010), pós-graduado em Direito do Consumidor pela UNIDERP/LFG (2011) e pós-graduando no MBA em Direito Eletrônico pela EPD. Presidente da Comissão de Direito Eletrônico da OAB/SE. Sócio proprietário do escritório Afonso Oliva Advogados e sócio proprietário da Oliva e Pereira Consultoria. Professor de Direito do Consumidor na Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo. Membro-Consultor da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP. Representante Estadual em Sergipe da Associação Brasileira de Jovens Advogados.

  • Almir Polycarpo

    almir polycarpoAlmir Polycarpo – Sócio do escritório Becker, Duffles, Polycarpo e Cosso Advogados, possui graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985), MBA em Direito Eletrônico na EPD (2011), com treinamento em arbitragem na CCI (Paris), Professor de Ética e Responsabilidade Profissional e Presidente da Comissão de Ética e Disciplina na FATEC do Ipiranga

  • Christian Beppler

    Christian Augusto Costa Beppler - Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Especialista em Direito Processual Civil. Pós-Graduação em Gestão de Tecnologia da Informação (MBA) pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Atualmente cursando MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito. Sócio do escritório Beppler & Puppi Advogados Associados

  • Coriolano Almeida Camargo

    coriolano camargoCoriolano Aurélio Almeida Camargo Santos – Advogado. Juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo. Árbitro e Mediador da Câmara Empresarial de Arbitragem da FECOMERCIO,OAB/SP,SESCON-SP,SEBRAE-SP e Câmara Arbitral Internacional de Paris. Associado Efetivo do IASP.Conselheiro no Conselho Superior de Assuntos Jurídicos da FIESP. Consultor do Conselho Nacional de Justiça (2010). Conselheiro do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio (SP) e Diretor Titular do Centro do Comércio da FECOMERCIO. Conselheiro permanente do Conselho de Tecnologia da Informação e Comunicação da FECOMERCIO. Coordenador do programa de pós-graduação de Direito Eletrônico da FADISP. Professor da Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professor da FGV e do MBA em Direito Eletrônico da EPD e UNAERP. Mestre em Direito pela FMU e Doutorando em Direito pela FADISP é Professor debatedor no evento Estrutura da Legislação para o Combate aos Crimes Cibernéticos e Investigações Digitais Organizado em Brasília pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, INTERPOL e Conselho da Europa. Professor Palestrante da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Grupo de Segurança do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Academia de Polícia Civil do Estado de São Paulo (ACADEPOL) e da Escola Fazendária do Governo de São Paulo (FAZESP). Professor da Pós-Graduação do Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos em parceria com a Universidade Federal Fluminense e Instituto Nacional de Pós-Graduação. Presidente da Comissão Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP. Presidente da Comissão de Direito na Sociedade da Informação da OAB/SP (2007-2009) Presidente do Comitê sobre Crimes Eletrônicos da OAB/SP (PR nº 295/09). Membro efetivo da Comissão de Setores Regulados e Direito e Cidadania ambas da OAB/SP. Integrante da International High Technology Crime Investigation Association (HTCIA) é Professor do Conselho Científico de Conferências de âmbito mundial com apoio e suporte da Diretoria Técnico-Científica do Departamento de Polícia Federal, Federal Bureau of Investigation (FBI/USA), Australian Federal Police (AFP) e Guarda Civil da Espanha. Professor Convidado da Empresa Brasileira de Aeronáutica EMBRAER, Banco SANTANDER, MICROSOFT, FENALAW/FGV e outras. Professor Colaborador da AMCHAM, SUCESU, ICCyber, FIESP e outras entidades. . Frente ao CONFAZ, apresentou coletânea de Pareceres colaborativos à ação Governamental, obtendo resultado pleno com a respectiva publicação Convênios CONFAZ e Atos COTEPE direcionados a segurança e integração nacional do sistema tributário e tecnológico. Autor do primeiro E-Book da OAB/SP versando sobre tributação, crimes eletrônicos e outros temas. Colunista da CRN Brasil, ITWeb e ResselerWeb. Profissional atuante nas áreas do Direito Tributário, Eletrônico, Empresarial e Ambiental

  • Débora Sebriam

    Debora SebriamDébora Sebriam – Educadora, Mestre em Engenharia de Mídias para a Educação pela Universidade Técnica de Lisboa, Université de Poitiers e Universidad Nacional de Educación a Distancia – Madri

  • Edinaldo Beserra

    edinaldo beserraEdinaldo Beserra – Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (1980), graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Maringá (1983), graduação em DIREITO – Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu (1999), Pós-graduação em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba (2001), e Mestrado em Direito Processual e Cidadania pela Universidade Paranaense (2004). Coordenador do Curso de Direito da UDC (2002-2008). Coordenador da pós-graduação em Segurança Pública (2008-2010). membro da Associação Brasileira de Professores de Ciências Penais. Atualmente é professor adjunto II da Faculdade Dinâmica das Cataratas na graduação e pós-graduação.

  • Erasmo Guimarães Júnior

    eras erasmo_guimaraes_juniorErasmo Guimarães Júnior – Perito em Forense Digital, consultor em Inteligência Cibernética, Engenharia Social, Ethical hacking, Análise de Vulnerabilidades (Penetration Test) e mitigação de Fraudes corporativas e Professor. Pesquisador Brasileiro que contribuiu diretamente no Relatório mundial do Instituto Vanson Bourne, dos Estados Unidos e McAfee intitulado Economias Clandestinas (Underground Economies) “Intellectual Capital and Sensitive Corporate Data Now the Latest Cybercrime Currency”, divulgado à imprensa, mundial em março de 2011.

  • Giuliano Giova

    giuliano _giovaGiuliano Giova – Diretor do Instituto Brasileiro de Peritos em Comércio Eletrônico e Telemática. Economista pela Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo e mestre em Sistemas Eletrônicos pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Professor convidado sobre questões de prova e perícia eletrônica em cursos de pós-graduação das Universidade Presbiteriana Mackenzie, Escola Paulista de Direito, Universidade da Cidade de São Paulo e Faculdade de Administração de São Paulo. Palestrante sobre crimes digitais e perícia técnica em eventos das entidades AASP – Associação dos Advogados de São Paulo, Unicorp, Adpo, TechBiz Forense, Fiap, Ipec, IBMEC, Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Federal do Mato Grosso, SENAC Mato Grosso do Sul, IBAPE Minas Gerais, FECOMERCIO, IBC International Business Communications, Associação Brasileira de Bancos Estaduais e Regionais, IDETI/ISACA Information Systems Audit and Control Association, TRT São Paulo, TRT Paraná e OAB/SP. Membro do Comitê de TI e Comunicações, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, e do IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers

  • João José Souza Pereira

    joao jose_souza_pereiraJoão José Souza Pereira – Professor de Direito Comercial da Faculdade Pio Décimo, Aracaju/SE. MBA em Direito Eletrônico na Escola Paulista de Direito/SP. Membro Consultor da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OABSP, membro do GEDEL (Grupo de Estudo do Direito Eletrônico do TRT de Minas Gerais), membro do IBDE (Instituto de Direito Eletrônico)

  • José Brito de Almeida Sobrinho

    jose brito_de_almeida_sobrinhoJosé Brito de Almeida Sobrinho – Graduado pela UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí – Itajaí/SC em 1999. Pósgraduado pela UNIPAR – Universidade Paranaense, Umuarama/PR, em 2002. Advogado terceirizado da Caixa Econômica Federal (1999-2006) e FURNAS Centrais Elétricas S/A (2003-2009), Assessor Jurídico da ACIFI – Associação Comercial de Foz do Iguaçu (2001-2007), Advogado do SICOOB-CREDIOESTE Cooperativa de Crédito (2004-2007) e Assessor Jurídico do SECOVI – Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná, Delegacia Regional Foz do Iguaçu desde junho de 2009.

  • José Carlos de Araújo Almeida Filho

    jose carlos_araujo_almeida_filhoJosé Carlos de Araújo Almeida Filho - Professor da Universidade Federal Fluminense, no Departamento de Processo. Leciona, na UFF, Teoria Geral do Processo e Direito Processual Penal. Pesquisador do LABORATÓRIO FLUMINENSE DE ESTUDOS PROCESSUAIS – LAFEP (www.lafep.uff.br). Autor do site www.processoeletronico.com.br. Atualmente é presidente do IBDE, instituto fundado por ele. Mestre em Direito e professor desde 1991. Desde 2001 pesquisa sobre atos processuais. Sua obra Processo Eletrônico e Teoria Geral do Processo Eletrônico, A Informatização Judicial no Brasil, editada pela Forense, está na 4ª edição e foi lançada, ano passado, em castelhano, no Peru. É palestrante convidado para tratar de temas do assunto na América Latina e na Europa.

  • José Eduardo de Resende Chaves Júnior

    jose eduardo_resende_chaves_juniorJosé Eduardo de Resende Chaves Júnior - Juiz Auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça – CNJ; Titular da 21ª Vara de Belo Horizonte, Doutor em Direitos Fundamentais pela Universidade Carlos III de Madrid; Presidente da Rede Latino-americana de Juízese do Conselho Deliberativo da Escola Judicial da América Latina . Professor de Processo do Trabalho e Processo Eletrônico nos cursos de  pós-graduação latosensu do Sistema Universitário Pitágoras, PRAETORIUM, APROBATUM e CEAJUFE; Professor-colaborador da Escola Judicial do TRT-MG e doConsejo General del Poder Judicial - CGPJ do Reino da Espanha. Coordenador do GEDEL – Grupo de Estudos Justiça e Direito Eletrônicos da Escola Judicial do TRT-MG. Diretor de Comunicação Social do Instituto de Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho – IPEATRA. Membro do Conselho de Comunicação Social do TRT de Minas Gerais e do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico – IBDE. Tem participação em várias obras coletivas e dezenas de artigos publicados em revistas especializadas em Direito e Processo do Trabalho. Coordenador da obra Comentários à lei do Processo Eletrônico (LTr, 2010). Conferencista convidado em vários Estados brasileiros, Argentina, Colômbia, Peru e Espanha).

  • Lincoln Werneck

    lincon werneckLincoln Werneck – Consultor em Segurança da Informação e Comunicações, Co-fundador do Instituto Coaliza. Membro da Comissão Estadual de Crimes de Alta Tecnologia OAB/SP; Também é Membro de organizações como a Internet Society – Capitulo Brasil [ISOC]; Cloud Security Alliance – Capitulo Brasil [CSA] e Comitê Técnico do Workshop de Segurança da Informação – SegInfo. Profissional com 15 anos na área de Tecnologia e Segurança da Informação. Palestrante sobre Educação Digital e Colaborador do Blog Broadcast Labs & Blog Cyber Investigation

  • Lucia Tucci

    lucia tucciLucia Tucci – Advogada especialista em Direito Eletrônico atuante em Direito Público, Empresarial e Imobiliário. Participou do processo de implementação das urnas eletrônicas no sistema eleitoral brasileiro, trabalhando com licitações de alta tecnologia. Integrante da Comissão dos Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP, é responsável por divulgar as boas práticas no uso da Internet. Apaixonada também por administração, trouxe seus conhecimentos sobre gestão para o cotidiano da advocacia.

  • Luiz Alberto Ferreira da Silva

    luiz alberto_ferreira_silvaLuiz Alberto Ferreira da Silva – Analista Judiciário na especialidade analista de sistemas junto ao Núcleo da Qualidade da Secretaria-Geral do TJDFT e colaborador na função de capacitador e facilitador, contribuíndo no treinamento de magistrados e servidores no sistema PROJUDI/CNJ, junto aos demais tribunais estaduais. Especialista em MBA em Direito Eletrônico pela Escola Paulista de Direito (EPD). Membro consultor da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP e membro do  Grupo de Estudo do Direito Eletrônico (GEDEL), do TRT de Minas Gerais.

  • Munirah Muhieddine

    munirah muhieddineMunirah Muhieddine – Advogada atuante. Professora de Direito Penal e Prática Penal da Faculdades Cesufoz e da Faculdades FAFIG. Professora de Direito Pelal da Unifoz. Especialista em Direito Público.

  • Regilberto Girão

    regilberto giraoRegilberto Girão – Especialista em SEGURANÇA CORPORATIVA pela Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte – UNICOC (2008), graduado em SEGURANÇA EMPRESARIAL pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2007), pós-graduando em Gestão em Tecnologia da Informação (MBA) pela Faculdade Pitágoras (2011), pós-graduando em Direito e Tecnologia da Informação pela Praetorium – UNICOC (2011),Técnico em Processamento de Dados pelo INETEC-MG (1984). Servidor do Ministério Público Federal na área de TI (2001), pesquisa e emissão de certidões relacionados a crimes cibernéticos (2006-2008), perito ad hoc em TI. Tem experiência na área de Tecnologia da Informação, com ênfase em Gestão de TI, Comunicações e Segurança em empresa privada por mais de 5 anos. Atua na área de TI há 28 anos. Professor no curso de pós-graduação em Segurança em Tecnologia da Informação do Centro Universitário UNI-BH.

  • Regina Coeli Machado

    regina coeli_machadoRegina Coeli Machado – Graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1980), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989) , doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional (1999) e pós-doutorado em Antropologia pela Universidade Nacional de Brasília. Atualmente é professora associada da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia das Sociedades Modernas, atuando principalmente nos seguintes temas: arte e antropologia, literatura e sociedade, literatura brasileira contemporânea, estética do mal, imigração, representação da pessoa e do trabalho.

  • Renato Opice Blum

    Renato Opice BlumRenato Opice Blum – Advogado e economista; Coordenador do curso de Direito Digital da GVLaw e do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito; Professor convidado da Fundação Getulio Vargas, USP (PECE) e Universidade Presbiteriana Mackenzie; Professor colaborador da parceria ITA-Stefanini; Palestras Internacionais: Global Privacy Summit 2010 (International Association of Privacy Professionals), 73ª Conferência da International Law Association; ISSA International Conference 2010; HTCIA International Conference 2010; Inter American Bar Association: Reunión del Consejo y Seminario 2010, Participante Convidado no The Sedona Conference 2010 e palestrante convidado na 3rd Annual Sedona Conference 2011; Cybersecurity Law and Policy: Changing Paradigms and New Challenges Seton Hall Law 2011. Árbitro da FGV, Câmara de Mediação e Arbitragem de São Paulo (FIESP) e da FECOMERCIO Arbitral; Presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e Comunicação da Federação do Comércio/SP e do Comitê de Direito da Tecnologia da AMCHAM; Membro do Conselho Superior de Direito da FECOMERCIO; Conselheiro da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP; Coordenador e co-autor do livro Manual de Direito Eletrônico e Internet e Direito Eletrônico: a internet e os tribunais ; Sócio CEO de Opice Blum Advogados.

  • Sandra Tabert Passerino

    sandra tabert_passerinoSandra Maria Tabert Marcondes de Moura Passerino - Advogada (Direito Eletrônico e Direito Médico e da Saúde). Graduada pelas Faculdades Dinâmica das Cataratas (UDC). Especialização: MBA em Direito Eletrônico na Escola Paulista de Direito. Membro da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP

  • Sandra Vilela

    sandra vilelaSandra Vilela - Advogada formada pela Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais, pós-graduada em Direito Civil e Processual Civil pela Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais. MBA em Direito Eletrônico pela Escola Paulista de Direito. Membro da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP. Sócia na Beraldo Advogados Associados, atuante como consultora Jurídica para assuntos ligados a àrea Contratual e Cível, com foco e desenvolvimento em Novos Negócios e Estratégia Jurídica.

  • Vinicius R. Cosso

    vinicius cossoVinicius R. Cosso – MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito. Graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Sócio do escritório Becker, Duffles, Polycarpo e Cosso Advogados. Membro da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP. Membro da Associação dos Advogados de São Paulo – AASP. Associado da Camara Americana de Comércio – AMCHAM/SP.

NOITE DE DIREITO ELETRÔNICO NA OAB/SP. IPV6 – VISÃO DOS FABRICANTES

Direito eletrônico | 19:27

Lúcia Tucci Advogados e OAB-SP realizam evento sobre direito digital

O escritório Lúcia Tucci Advogados e a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) coordenam a palestra IPV6_ Melhorias de Segurança no Direito Eletrônico, a Visão dos Fabricantes, nesta sexta-feira, dia 17 de junho, em São Paulo.

O evento terá a abertura e o encerramento a cargo de Coriolano Almeida Camargo, advogado, professor e presidente da Comissão de Crimes da Alta Tecnologia da OAB-SP. Também participam do encontro como palestrantes José Luís Dadário, advogado, colaborador da Comissão de Crimes da Alta Tecnologia da OAB-SP e gerente de projetos TI/Telecom; expositores Igor Giangrossi, engenheiro (Cisco), Caio Pastro Klein, engenheiro (Juniper), Alexandre José, engenheiro (H/3 Com) e Leandro R. Froio, engenheiro (Huawei); debatedores Giuliano Giova, perito judicial de tecnologia da informação e Marcelo Crespo, advogado especialista em crimes digitais, além de Lúcia Tucci, advogada e pioneira no Direito Digital e Eletrônico no Brasil.

A palestra será das 19h às 21h no salão nobre da OAB-SP, no centro da capital paulista.

Veja direto na fonte: http://colunistas.ig.com.br/leisenegocios/2011/06/16/lucia-tucci-advogados-e-oab-sp-realizam-evento-sobre-direito-digital/#comment-9668

entrevista Dra. Lúcia Tucci para o Desembargador Dr. Laércio Laurelli

CANAIS

SÃO PAULO – CANAL 53

  • Barueri
  • Caieiras
  • Cotia
  • Diadema
  • Ferraz de Vasconcelos
  • Guarulhos
  • Jandira
  • Mauá
  • Osasco
  • Santo André
  • São Caetano
  • São Bernardo
  • São Paulo
  • Taboão da Serra
  • Belfort Roxo
  • Duque de Caxias
  • Bagé
  • Mesquita
  • Nilópolis
  • Niterói
  • Nova Iguaçu
  • Rio de Janeiro
  • São Gonçalo
  • São João de Meriti
  • Camaçari
  • Candeias
  • Catu
  • Diass D’Ávila
  • Itapecirica
  • Lauro de Freitas
  • Madre de Deus
  • Mata de São João
  • Pojuca
  • Salvador
  • São Francisco do Conde
  • Simões Filho
  • Vera Cruz
  • Itapetininga
  • Gama – DF
  • Novo Gama – GO
  • Valparaíso – GO
  • Lages
  • São Joaquim
  • Fazenda Rio Grande
  • Araucária – 30% da cidade
  • Suzano
  • Poá

RIO DE JANEIRO – CANAL 50

SALVADOR – BAHIA – CANAL 9

ITAPETININGA – SÃO PAULO – CANAL 44

GAMA – DISTRITO FEDERAL – CANAL 47

LAGES – SANTA CATARINA – CANAL 13

SÃO JOAQUIM – SANTA CATARINA – CANAL 13

FAZENDA RIO GRANDE – PARANA – CANAL 27

SUZANO – SÃO PAULO – CANAL 58

CANAIS POR ASSINATURA (SP)

CIDADE MODO/OPERADORA CANAL
Araçatuba NET – VIVAX 65
Araraquara NET – VIVAX 65
Atibaia NET – VIVAX 28
Barra Mansa NET – VIVAX 66
Bragança Paulista NET – VIVAX 28
Caçapava NET – VIVAX 137
Cubatão NET – VIVAX 97
Diadema NET – VIVAX 97/28
Guarujá NET – VIVAX 97
Guarujá ITAPEMA TV A CABO 53
Guarulhos NET – VIVAX 17
Itapetininga NET – VIVAX 65
Jacareí NET – VIVAX 98/137
Jundiaí ITAPEMA TV A CABO 58
Mauá NET – VIVAX 97/28
Mogi das Cruzes NET – VIVAX 28
Pindamonhagaba NET 137
P. Venceslau TVC NET 18
Peruíbe SAT TV A CABO 79
Praia Grande NET – VIVAX 97
Resende NET – VIVAX 66
Santo André NET – VIVAX 97/28
Santos NET – VIVAX 97
São Bernardo do Campo NET – VIVAX 97/28
São Caetano do Sul NET – VIVAX 97/28
São José dos Campos NET – VIVAX 97/137
São Paulo TVA 21/21
São Paulo NET 28/28
São Vicente NET – VIVAX 97
Taubaté NET – VIVAX 137

IPv6 – MELHORIAS DE SEGURANÇA NO DIREITO ELETRÔNICO – A VISÃO DOS FABRICANTES

Horário: 17 junho 2011 de 19:00 a 22:00
Local: Salão Nobre da OAB SP Rua: Praça da Sé, 385 – 1° andar – Centro – Cidade: São Paulo – SP
Site ou Mapa: http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura.asp?pg=2.3.1&pgv=a&portlet=1&id_cultural=9182
Tipo de evento: seminário
Organizado por: Lúcia Tucci Advogados e Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP
Abertura

Dr. Coriolano A. Almeida Camargo Santos Advogado; Presidente da Comissão dos Crimes de Alta Tecnologia da OAB SP; Juiz do TIT; Conselheiro da FECOMÉRCIO e FIESP; Coordenador da Pós-Graduação em Direito Eletrônico da FADISP; Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e EPD.

Presidente de Mesa Dra. Lúcia Tucci Advogada; Idealizadora da Gestão Jurídica Estratégica com ênfase nas Relações com o Governo e Relações Imobiliárias; Pioneira nas questões de Direito que envolve Alta Tecnologia.

Expositores

Sr. Igor Giangrossi Graduado em Engenharia Elétrica pela Escola de Engenharia Mauá; Consulting Systems Engineer na Cisco.

Dr. José Luis Dadário Advogado; Membro Colaborador da Comissão dos Crimes de Alta Tecnologia da OAB SP; Gerente de Projetos TI/Telecom e Serviços da Telefônica com larga experiência em Redes, Segurança Física / Lógica, Arquitetura e Soluções de Negócio, Tecnologia, Hw/Sw, Processos, Automação e Metodologias de Gestão de Serviços.

Msc. Alexandre José Engenheiro Eletricista com ênfase em Eletrônica, MBA em Gestão de Projetos; Mestre em Engenharia da Computação com especialização em Redes.

Msc. Caio Pastro Klein Engenheiro Eletricista pela UFRGS; Mestre pela Escola Politécnica da USP; Diretor Regional de Tecnologia da Juniper Networks no Brasil.

Msc. Leandro R. Froio Engenheiro de Redes de Comunicação pela Universidade de Brasília; Mestre em Segurança da Informação pela Universidade de Brasília; Gerente de Produtos de Comunicação de Dados da Huawei Technologies.

Debatedores

MSc. Giuliano Giova Perito Judicial de Tecnologia da Informação e Telemática; Mestre em Engenharia pela Escola Politécnica da USP; Diretor do Instituto Brasileiro de Peritos em Comércio Eletrônico e Telemática – IBP Brasil; Membro do Conselho Superior de Tecnologia da Informação.

Dr. Marcelo Crespo Advogado Especialista em Crimes Digitais; Mestre e Doutorando pela USP; Educador Digital; Professor em cursos de Graduação e Pós-Graduação.

Inscrições / Informações

***Serão conferidos certificados de participação — retirar em até 90 dias*** *** Vagas limitadas***

Inscrições diretamente no site: http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura/cultura04.asp?vagas=9182#top

Promoção Comissão dos Crimes de Alta Tecnologia da OAB SP

Apoio Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP Diretor: Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso

Dr. Luiz Flávio Borges D’Urso Presidente da OAB SP

A advocacia deve estar voltada para a gestão. By Lúcia Tucci #Conjur

Advocacia de resultados

“A advocacia deve estar voltada para a gestão”

Lucia_Tucci - Spacca

“Sempre tenho em mente quem sou, para onde vou, o que vou fazer, como fazer, qual o objetivo e se tenho ou não chance de atingir o resultado esperado, em termos estatísticos, inclusive.” Sob essa premissa, a advogada Lúcia Tucci comanda seu escritório de advocacia, em São Paulo. Apaixonada por administração, trouxe os seus conhecimentos de gestão para o cotidiano da advocacia. Para ela, “não sobreviverão aqueles que não tenham a advocacia voltada para a gestão dos procedimentos e processos”.

Com o crescimento do escritório, sentiu a necessidade de contratar um administrador profissional para ajudá-la na organização das contas, custos, infraestrutura, recursos humanos. Não pensou duas vezes, convidou o irmão para ficar no cargo: Claudio Tucci foi o grande responsável pela informatização dos processos e procedimentos da banca.

Os 12 advogados do escritório, especializado em Direito Empresarial e em licitações, especialmente na área de alta tecnologia por conta da experiência de Lúcia com empresas de automação bancária, eleitoral e judicial, ficam livres para trabalhar sem preocupações com questões paralelas à advocacia.

Lúcia conta que seu grande sonho sempre foi ser administradora, mas a família a encaminhou para o Direito, que sempre foi o sonho de sua mãe. Aprovada nos dois vestibulares, aos 17 anos, não teve escolha: encontrou a mãe já fazendo a sua matrícula no Direito e a mensalidade do curso de administração da FGV não cabia no orçamento da família. Por algum tempo, deixou de frequentar as aulas na Faculdade de Osasco, em São Paulo, para estudar e tentar aprovação no vestibular da USP para Administração.  Os seus planos mudaram quando estagiou no departamento jurídico da Manah, fabricante brasileira de adubo.

Lá, participava de reuniões estratégicas com o dono da empresa e percebeu que poderia aliar tudo o que estudou de administração com o que aprendia sobre Direito. Na empresa, chegou a ser a responsável pela área tributária desde importação, exportação, passando por todas as questões aduaneiras.

Há 19 anos tem o seu próprio escritório de advocacia, o Lúcia Tucci Advogados, que tem foco em gestão jurídica estratégica. Desenvolve uma estratégia e um método de atuação em cada caso de cada um dos clientes, com base na jurisprudência ou aproveitando os espaços abertos para novas teses e teorias, mas tudo isso com dados estatísticos e com foco no resultado. Se a porcentagem de sucesso é pequena, não vai em frente. Para isso, conta com médicos, peritos, terapeutas para ajudá-los a entender as peculiaridades dos processos e também dos clientes.

Em entrevista à ConJur, Lúcia fala sobre a experiência de trabalhar com uma advocacia de resultados e de ter um administrador no escritório. Também participaram da entrevista os jornalistas Maurício Cardoso e Lilian Matsuura.

Leia a entrevista:

ConJur — Como funciona um escritório de advocacia com foco na gestão?
Lúcia Tucci — Uma das funções da gestão é acompanhar de perto o andamento dos processos, os prazos, as decisões. Mas antes dessa fase do processo, estar de olho na jurisprudência e nas teorias que são aplicadas ou rejeitadas pelo Judiciário ajuda a definir a estratégia da ação. Ou, então, a dizer para o cliente que aquele caso não tem chances de ser aceito na Justiça e desistir já no começo. Não posso fazer a pessoa me contratar como advogada se ela não vai ter resultado. O que importa menos é o que eu penso. O fundamental é saber: há jurisprudência, não há? Essa tese é nova ou é preciso avançar? É preciso definir uma estratégia, um método de atuação em cada caso de cada um dos clientes. Até na área penal é possível ter indicações de como se deve atuar para obter sucesso. A única área em que o conceito de gestão é difícil de ser aplicado é a de família.

ConJur — Quais outras ferramentas são importantes para a gestão dos escritórios de advocacia?
Lúcia Tucci — É importante ter parceria com médicos, peritos, psiquiatras e até terapeutas, para nos ajudar a entender casos mais complexos e também para lidar com o cliente. Também é fundamental ter consultorias externas, desde a parte de recursos humanos até a infraestrutura da banca. O escritório de advocacia não pode existir sem uma consultoria de alto nível para o sistema operacional, principalmente para o sistema de segurança de informações. É por isso que trouxe o meu irmão Claudio Tucci para trabalhar no escritório.

ConJur — E qual é a parte do negócio que fica nas mãos dele?
Lúcia Tucci — O primeiro desafio dele foi entender como funciona a administração voltada para o mundo jurídico. Ele foi para os Estados Unidos acompanhar um congresso de administração legal e fez um curso também de administração legal na FGV. Nos EUA, por exemplo, conheceu diversas empresas que cuidam do armazenamento de documentos. Eu entendo muito de alta tecnologia e fui com ele visitar todos os fornecedores desses sistemas. Cuidei da parte do contato e ele solucionou as outras questões de forma simples e rápida, além de ter contratado ótimos fornecedores com custo acessíveis. Ele mudou o escritório.

ConJur — Como escolher o sistema de controle de processos do escritório?
Lúcia Tucci — A primeira pergunta que se deve fazer é a porcentagem de erros do sistema. A empresa que garantir, em contrato, a menor porcentagem e o melhor preço é a fornecedora ideal. O processo de informatização do escritório não foi rápido, mas temos um nível de falha muito pequeno. Esse é o calcanhar de Aquiles na administração de escritórios. Por isso, ter um administrador é um grande diferencial. A informatização serve para deixar o advogado mais livre para fazer o que sabe, sem perder tempo arquivando processos, indo atrás de pastas. Ele procura no sistema e vê o que já existe sobre o assunto, economiza tempo. Uma boa forma de dar mais agilidade ao trabalho é usar duas telas de computador. Em uma delas o advogado lê a jurisprudência e faz a pesquisa necessária. Na outra, escreve.

ConJur — Em quanto tempo o escritório consegue recuperar o dinheiro gasto em tecnologia?
Lúcia Tucci — Na verdade, a pergunta deve ser: quanto dinheiro você perde pelo fato de não ter um sistema de controle de processos? O tempo que se leva para recuperar o investimento feito é relativo, depende do tamanho do escritório e de como ele é administrado. No nosso caso, recuperamos em 30 dias, porque fizemos uma boa pesquisa para escolher o fornecedor. O escritório deixa de existir se não tiver um administrador de sistemas.

ConJur — Os escritórios brasileiros estão muito atrasados em termos de administração legal se comparados com as bancas dos Estados Unidos?
Lúcia Tucci —
Não falta muito para chegarmos ao mesmo nível, mas ainda é preciso investimento em administração legal, para cuidar da parte financeira, da infraestrutura e de tudo o mais que não faz parte da advocacia em si. Em São Paulo, já existem muitos escritórios preparados nesse sentido. É preciso ter coragem para fazer essa mudança.

ConJur — Alguns escritórios têm procurado ferramentas de gestão, como o certificado ISO.
Lúcia Tucci —
Para quem nunca teve contato com conceitos de administração o ISO é uma ferramenta estruturada e organizada que vai fazer com que os advogados reflitam sobre formas de administração. Muitos daqueles que acreditam que já trabalham dessa forma vão descobrir que ainda falta muita coisa.

ConJur — Qual o futuro do escritório que não trabalha com foco na gestão?
Lúcia Tucci — Não sobreviverão aqueles que não se preocupam com a gestão. Sempre tenho em mente quem sou, para onde vou, o que vou fazer, como fazer, qual o objetivo e se tenho ou não chances de atingir o meu objetivo, em termos estatísticos, inclusive. É claro que não prometemos resultado aos clientes, porque isso não existe. Mas a gestão é o elemento da mudança nesse século para o Direito. A forma de administrar escritórios de advocacia no Brasil começou a mudar nos últimos 10 anos. Ainda hoje é difícil tocar neste assunto, existe resistência por parte dos advogados.

ConJur — Além da administração de escritórios, em que área do Direito você se especializou?
Lúcia Tucci — Licitações e nas relações com o governo em geral, principalmente na área de tecnologia. Nós procuramos estruturar, organizar as empresas que nunca participaram de licitações para que criem departamentos específicos para isso. Também trabalhamos muito com planejamento sucessório de empresas familiares e Direito Imobiliário.

ConJur — Um dos grandes casos em que atuou foi o da licitação da urna eletrônica. Como foi essa experiência?
Lúcia Tucci — A história da urna eletrônica é um orgulho pessoal e nacional. A mídia criticou muito, mas eu digo que quem faz a diferença não é a tecnologia que inovou, mas sim o homem que usa a tecnologia. Não se pode dizer que o pioneirismo do que aconteceu não seja um orgulho nacional. Qual o outro país no mundo que tem isso? Nem os Estados Unidos têm. Eu vivenciei, vi, vivi a realidade de que um processo de seleção da administração pública pode ser extremamente transparente, real, sério e com respeito a todos os preceitos da Constituição Federal.

ConJur — E como foi a atuação no caso?
Lúcia Tucci — Atuei como advogada de uma das empresas que concorria para fornecer a urna eletrônica e estive lá desde a primeira audiência pública. Naquela época, 1993, 1994, as audiências públicas praticamente não existiam. Era o início da abertura do mercado brasileiro e a Lei de Licitações [Lei 8.666] tinha acabado de ser publicada. O Tribunal Superior Eleitoral criou uma equipe técnica com os melhores da tecnologia do ITA para que visitassem todos os fornecedores de tecnologia existentes no Brasil e fora do país. O tribunal não impôs um modelo de urna eletrônica, cada empresa podia desenvolver o seu próprio protótipo. Os cinco primeiros apresentados eram totalmente diferentes entre si. E o processo de seleção foi ao vivo. A corte foi transformada em um laboratório técnico e os especialistas das empresas tinham de montar a urna ali mesmo. Os recursos apresentados pelos advogados eram verbais e depois eram colocados no papel. A licitação funcionava como se fosse uma audiência, com o presidente da mesa, todos os representantes legais e todas as empresas. E eu era a única mulher.

ConJur — Quais empresas participaram?
Lúcia Tucci — A IBM, Unisys, Procomp, Itautec. A HP participou só da segunda licitação. Foram diversas as licitações. A primeira urna escolhida funcionou só em alguns estados e deu muitos problemas. As pessoas chegaram a esperar uma, duas horas para votar. Mas essas mudanças levam tempo. Hoje, a urna eletrônica é um orgulho para o país.

ConJur — Qual sua opinião sobre a impressão do voto em tempos de urna eletrônica?
Lúcia Tucci — As pessoas acham que a impressão permite a recontagem dos votos e isso é uma ilusão. É obvio que na transmissão de dados existe a possibilidade de manipulação, mas são muitos os mecanismos de segurança para auferir a verdade da votação.

ConJur — Você também atuou na licitação do Cartão Nacional da Saúde. Como foi esse processo?
Lúcia Tucci — Meu cliente era o único que fornecia o sistema que funcionou 100% em Aracaju. Mas houve uma polêmica nacional porque a ideia era criar um Cadastro Nacional de Saúde, em que médicos de todo o país teriam acesso ao histórico e diagnóstico de todos os pacientes. Mas o sigilo é uma garantia individual. E os próprios médicos foram contra o sistema.

ConJur — Por que eles poderiam ser responsabilizados por eventuais erros?
Lúcia Tucci — Não. É que em tudo tem o lado ruim. Em qualquer profissão existem os bons e os maus profissionais. No entanto, acredito que o serviço do Cartão Nacional da Saúde é um projeto que tinha de reviver. Participei do primeiro projeto piloto, que era extremamente inovador. E foi a partir desse sistema, inclusive público, que foi incentivado pelo Ministério da Saúde, que foram criados os sistemas que hoje estão circulando nas operadoras de planos de saúde.

Fonte: http://www.conjur.com.br